Se começo a perceber-me tão sozinha,
Recordando o meu Vati (ah! como dói),
Com perigo de sentir-me pobrezinha,
Então algo em mim me reconstrói.
É quando começo a desnudar-me
Arrancando-me a roupa com furor,
E passo a realmente olhar-me
E meu ego finalmente recompor.
E logo erotisada e aberta assim,
Eu vejo que guria ainda eu soube
Que meu corpo era o reflexo de mim.
E eis-me triunfante frente ao espelho
Na glória da beleza que me coube
Em alvura e detalhes de vermelho!
09/05/2004
segunda-feira, 28 de julho de 2008
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